O suposto realizador do filme antimuçulmano que provocou uma onda de indignação e protestos no mundo islâmico foi detido na madrugada de sábado (15) pela polícia, informou um porta-voz policial.
Nakula Besseley Nakulade, 55 anos, foi levado ao destacamento da polícia por oficiais de Cerritos, Califórnia, pouco depois da meia-noite para ser interrogado, disse o porta-voz do Departamento de polícia de Los Angeles, Don Walker.
Nakula Besseley Nakulade, 55 anos, foi levado ao destacamento da polícia por oficiais de Cerritos, Califórnia, pouco depois da meia-noite para ser interrogado, disse o porta-voz do Departamento de polícia de Los Angeles, Don Walker.
Uma filial local da rede NBC News disse que o homem vestia uma jaqueta, lenço, chapéu e óculos.
Porta-vozes da polícia disseram, sem dar maiores detalhes, que os oficiais federais queriam saber se Nakula havia violado as condições de liberdade condicional na qual se encontra.Nakula havia sido declarado culpado em 2010 por fraude bancária e sentenciado a 21 meses de prisão.
Porta-vozes da polícia disseram, sem dar maiores detalhes, que os oficiais federais queriam saber se Nakula havia violado as condições de liberdade condicional na qual se encontra.Nakula havia sido declarado culpado em 2010 por fraude bancária e sentenciado a 21 meses de prisão.
Ele também havia sido proibido de usar computadores ou internet por cinco anos sem autorização
prévia e foi condenado a pagar uma multa de R$ 1,6 milhão (US$ 790 mil).
Uma informação divulgada na quarta-feira pelos meios de comunicação americanos indicava que Nakula era o diretor da empresa produtora do filme, embora supostamente ele tenha negado ser o diretor do longa-metragem.
O canal de notícias CNN o identificou na quinta-feira com o autor de A inocência dos muçulmanos, cuja divulgação na internet desencadeou ataques na Líbia, durante os quais morreram o embaixador americano em Benghazi, Chris Stevens, e outros três americanos.
Além da Líbia, também houve violência no Egito entre a polícia e manifestantes que protestaram pelo mesmo motivo, e no Iêmen a revolta se voltou contra a embaixada dos Estados Unidos, deixando quarto mortos.
Também houve protestos em Irã, Iraque, Gaza e Líbano.
Na noite de quarta-feira, dois oficiais do xerife permaneceram dentro da casa do suposto cineasta durante mais de uma hora e saíram sem fazer comentários, constatou um jornalista da AFP.
A família se recusou a falar com jornalistas no local.
O cineasta foi identificado sob o pseudônimo de Sam Bacile, supostamente um construtor americano-israelense, mas que informações posteriores apontaram primeiro para o cineasta copta Morris Sadek e, por fim, a Nakula, também copta.
Um colaborador do filme, Steve Klein, disse que o diretor — cujo nome verdadeiro não foi revelado — decidiu se esconder porque teme por sua vida.
Uma informação divulgada na quarta-feira pelos meios de comunicação americanos indicava que Nakula era o diretor da empresa produtora do filme, embora supostamente ele tenha negado ser o diretor do longa-metragem.
O canal de notícias CNN o identificou na quinta-feira com o autor de A inocência dos muçulmanos, cuja divulgação na internet desencadeou ataques na Líbia, durante os quais morreram o embaixador americano em Benghazi, Chris Stevens, e outros três americanos.
Além da Líbia, também houve violência no Egito entre a polícia e manifestantes que protestaram pelo mesmo motivo, e no Iêmen a revolta se voltou contra a embaixada dos Estados Unidos, deixando quarto mortos.
Também houve protestos em Irã, Iraque, Gaza e Líbano.
Na noite de quarta-feira, dois oficiais do xerife permaneceram dentro da casa do suposto cineasta durante mais de uma hora e saíram sem fazer comentários, constatou um jornalista da AFP.
A família se recusou a falar com jornalistas no local.
O cineasta foi identificado sob o pseudônimo de Sam Bacile, supostamente um construtor americano-israelense, mas que informações posteriores apontaram primeiro para o cineasta copta Morris Sadek e, por fim, a Nakula, também copta.
Um colaborador do filme, Steve Klein, disse que o diretor — cujo nome verdadeiro não foi revelado — decidiu se esconder porque teme por sua vida.
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